My Father Bleeds History é o melhor subtítulo de todos os tempos. Não sei se é de estar completamente embrutecida pela quantidade de informação escabrosa acerca do Holocausto que absorvi nos últimos dois meses, mas o que me tocou mais nos dois livros, MAUS I e MAUS II, foi a relação entre pai e filho, que é no fundo a única coisa com que posso estabelecer paralelos para a minha vida. Nunca vamos conseguir perceber na totalidade o que foi viver a perseguição, os campos, a morte da família inteira, mas a relação complexa que toda a gente tem com os progenitores, e que não tem nada a ver com amor ou a sua ausência, é universal. Uma entrada directa para a minha lista de livros favoritos.Quinta-feira, 9 de Julho de 2009
MAUS
My Father Bleeds History é o melhor subtítulo de todos os tempos. Não sei se é de estar completamente embrutecida pela quantidade de informação escabrosa acerca do Holocausto que absorvi nos últimos dois meses, mas o que me tocou mais nos dois livros, MAUS I e MAUS II, foi a relação entre pai e filho, que é no fundo a única coisa com que posso estabelecer paralelos para a minha vida. Nunca vamos conseguir perceber na totalidade o que foi viver a perseguição, os campos, a morte da família inteira, mas a relação complexa que toda a gente tem com os progenitores, e que não tem nada a ver com amor ou a sua ausência, é universal. Uma entrada directa para a minha lista de livros favoritos.Quarta-feira, 8 de Julho de 2009
Domingo, 5 de Julho de 2009
Doutor, tenho razões para estar preocupada?
Há coisa de 3 semanas fotografei com este rapaz, que diz que está a recuperar de gripe suína.
Sábado, 4 de Julho de 2009
Quinta-feira, 2 de Julho de 2009
Catching up.
Antes de sair a correr para o espectáculo queria só vir dar sinal de vida e dizer que está a correr bem, que acaba já domingo por isso se quiserem vir ver têm de se despachar e que os prémios para os 4 visitantes 100 000 do Narcisicamente estão a caminho, apesar de atrasados. De resto, está Verão na Londra e fui mencionada na crítica do remotegoat:
Domingo, 21 de Junho de 2009
Segunda-feira, 15 de Junho de 2009
Um sonho antigo
As infraestruturas culturais em Peniche são uma anedota. A última vez que estive no Stella Maris, um mini-teatro em que me estreei como actriz aos 12 anos, as cadeiras tinham sido arrancadas do chão e o espaço encontrava-se em franca degradação. Não sei se estava em processo de remodelação. Sei que entretanto o cinema fechou, e sei que nos últimos tempos já só havia sessão se o número de espectadores chegasse para compensar a despesa da projecção.
Sinto-me prejudicada por ter crescido numa cidade em que o acesso ao teatro, às artes performativas e à arte em geral era praticamente inexistente, e como eu tanta gente de todas as idades que por diversas razões não se podia deslocar às Caldas da Rainha ou a Óbidos.
Apesar dos esforços recentes da Câmara Municipal, traduzidos em exibições de filmes e na compra de espectáculos em ocasiões comemorativas, continua a faltar o essencial. Só um espaço dedicado exclusivamente a isso, com uma programação regular que permita a criação de hábitos, e posto ao serviço da população, em que ela seja de facto chamada a colaborar e a conceber, será verdadeiramente útil à cidade.
Para apoiar o Movimento por um Cine Teatro em Peniche juntai-vos via Facebook.
Sinto-me prejudicada por ter crescido numa cidade em que o acesso ao teatro, às artes performativas e à arte em geral era praticamente inexistente, e como eu tanta gente de todas as idades que por diversas razões não se podia deslocar às Caldas da Rainha ou a Óbidos.
Apesar dos esforços recentes da Câmara Municipal, traduzidos em exibições de filmes e na compra de espectáculos em ocasiões comemorativas, continua a faltar o essencial. Só um espaço dedicado exclusivamente a isso, com uma programação regular que permita a criação de hábitos, e posto ao serviço da população, em que ela seja de facto chamada a colaborar e a conceber, será verdadeiramente útil à cidade.
Para apoiar o Movimento por um Cine Teatro em Peniche juntai-vos via Facebook.
Sábado, 13 de Junho de 2009
O meu primeiro amor...
...faria hoje 121 anos. Brindemos à Pessoa.
*
OXFORDSHIREQuero o bem, e quero o mal, e afinal não quero nada.
Estou mal deitado sobre a direita, e mal deitado sobre a esquerda
E mal deitado sobre a consciência de existir.
Estou universalmente mal, metafisicamente mal,
Mas o pior é que me dói a cabeça.
Isso é mais grave que a significação do universo.
Uma vez, ao pé de Oxford, num passeio campestre,
Vi erguer-se, de uma curva da estrada, na distância próxima
A torre-velha de uma igreja acima de casas da aldeia ou vila.
Ficou-me fotográfico esse incidente nulo
Como uma dobra transversal escangalhando o vinco das calças.
Agora vem a propósito…
Da estrada eu previa espiritualidade a essa torre de igreja
Que era a fé de todas as eras, e a eficaz caridade.
Da vila, quando lá cheguei, a torre da igreja era a torre da igreja,
E, ainda por cima, estava ali.
É-se feliz na Austrália, desde que lá se não vá.
Álvaro de Campos
*
Domingo, 7 de Junho de 2009
Sexta-feira, 5 de Junho de 2009
Quotidianos
Diz ela: Querido, fiz um quiz no facebook e deu que eu era 100% gay.
Diz ele: Mas, amor, nós somos cristãos!
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